Oferta imperdível: Linux em promoção, somente hoje!
Como seria se um dia as coisas invertessem os papéis no mundo open source. Se um dia as licenças que estão nos softwares livres fossem proibidas e as organizações que mantém o código de uma determinada distro fossem obrigadas a venderem as licenças para o uso do Linux, como no mundo do software proprietário?
Como seria se o Linux fosse pago?
Esses dias estava pensando como seria se um dia as coisas invertessem os papéis no mundo open source. Se um dia as licenças que estão nos softwares livres fossem proibidas e as organizações que mantém o código de uma determinada distro fossem obrigadas a vender as licenças para o uso do Linux.
Se você estivesse usando uma distro como Ubuntu teria que pagar R$ 600,00 pela licença ou se estivesse usando o Slackware tivesse que pagar R$ 700,00 por ele, será que o Linux seria tão usado ou visto como o Windows como um sistema "padrão" na maioria das estações ou não seria visto como um sistema difícil de ser usado e estaria num patamar alto no gosto dos usuários?
Certo pensamento me ocorreu em determinada aula de administração na faculdade, em que o professor citou um caso em que um empresário teria descoberto uma forma de produzir caviar de alta qualidade, mas com um custo baixíssimo ao que é vendido atualmente no mercado. Após a descoberta ele produziu muito caviar, criou sua marca e lançou ao mercado com um preço bem menos da metade do preço de varejo, e colocou em um armazém especializado em alimentos finos.
Resultado, ao estar do lado de uma marca de caviar mais cara, mas talvez de qualidade inferior, por incrível que pareça não foi bem visto pelo consumidor, e as vendas foram quase zero. O consumidor, ao comprar o caviar vendo um de preço bem menor que o concorrente, teria o pensamento que se está mais barato não presta.
Visto isso pelo empresário a sua saída foi retirar o caviar do armazém, elaborar uma nova marca e colocar novamente a venda por um preço bem mais alto que o do concorrente. Resultado: os estoques de caviar quase que imediatamente acabaram, pois devido a qualidade do produto ele foi bem aceito pelos seus consumidores de gosto refinado.
Às vezes deduzimos que pelo fato do preço ser baixo ou de graça, o produto não vale nada, não tem qualidade e por isso escolhemos um mais caro julgando ser melhor.
Penso que esse tipo de julgamento também se aplica ao software livre, pois uma empresa ao implantar computadores aos seus colaboradores escolhem por meio de que o Windows, por ser pago ou por ser da Microsoft e usado pelo mundo inteiro desde os primórdios dos computadores pessoais seja melhor e que o Linux não presta, é difícil demais para ser usado ou não tem suporte caso haja algum problema.
Como diz uma frase que escutei uma vez sobre o BrOffice aqui na empresa, questionando o porque do uso do Excel, o Calc do BrOffice não servia por ser de graça, "Panela onde todo mundo mexe não funciona!".
As pragas constantes que atacam esse tipo de sistema Windows, como o conficker do dia 1° de abril, que infectou várias estações pessoais e empresariais rendendo prejuízo em tempo e dinheiro aos administradores de TI e uma grana extra a técnicos em manutenção, nas estações que rodam o sistema Linux, independente da distro, não sofreram quaisquer tipo de ataque.
Antes de colocar em sua empresa ou sua casa, avaliem com cuidado o tipo de sistema que se usará em sua estação ou servidor, pois quando um ataque de vírus ou algo assim for detectado, você gastará muito em corrigir esse incidente.
Usar Linux faz parte de um plano de sabedoria por parte de um administrador, onde uma boa quantia da receita será economizada com licenças e antivírus ao longo do tempo. O Linux não é difícil, somente aqueles que usam sabem o valor da liberdade e da funcionalidade. Só é difícil aquele que estão acostumados a empurrar o mouse e possuem uma preguiça em pensar e o pensamento de que se é pago é melhor.
Vida longa ao Linux!
A WarpCOE agradece ao VOL pelo alto teor de informação e clareza nesse maravilhoso universo open source.
Se você estivesse usando uma distro como Ubuntu teria que pagar R$ 600,00 pela licença ou se estivesse usando o Slackware tivesse que pagar R$ 700,00 por ele, será que o Linux seria tão usado ou visto como o Windows como um sistema "padrão" na maioria das estações ou não seria visto como um sistema difícil de ser usado e estaria num patamar alto no gosto dos usuários?
Certo pensamento me ocorreu em determinada aula de administração na faculdade, em que o professor citou um caso em que um empresário teria descoberto uma forma de produzir caviar de alta qualidade, mas com um custo baixíssimo ao que é vendido atualmente no mercado. Após a descoberta ele produziu muito caviar, criou sua marca e lançou ao mercado com um preço bem menos da metade do preço de varejo, e colocou em um armazém especializado em alimentos finos.
Resultado, ao estar do lado de uma marca de caviar mais cara, mas talvez de qualidade inferior, por incrível que pareça não foi bem visto pelo consumidor, e as vendas foram quase zero. O consumidor, ao comprar o caviar vendo um de preço bem menor que o concorrente, teria o pensamento que se está mais barato não presta.
Visto isso pelo empresário a sua saída foi retirar o caviar do armazém, elaborar uma nova marca e colocar novamente a venda por um preço bem mais alto que o do concorrente. Resultado: os estoques de caviar quase que imediatamente acabaram, pois devido a qualidade do produto ele foi bem aceito pelos seus consumidores de gosto refinado.
Às vezes deduzimos que pelo fato do preço ser baixo ou de graça, o produto não vale nada, não tem qualidade e por isso escolhemos um mais caro julgando ser melhor.
Penso que esse tipo de julgamento também se aplica ao software livre, pois uma empresa ao implantar computadores aos seus colaboradores escolhem por meio de que o Windows, por ser pago ou por ser da Microsoft e usado pelo mundo inteiro desde os primórdios dos computadores pessoais seja melhor e que o Linux não presta, é difícil demais para ser usado ou não tem suporte caso haja algum problema.
Como diz uma frase que escutei uma vez sobre o BrOffice aqui na empresa, questionando o porque do uso do Excel, o Calc do BrOffice não servia por ser de graça, "Panela onde todo mundo mexe não funciona!".
As pragas constantes que atacam esse tipo de sistema Windows, como o conficker do dia 1° de abril, que infectou várias estações pessoais e empresariais rendendo prejuízo em tempo e dinheiro aos administradores de TI e uma grana extra a técnicos em manutenção, nas estações que rodam o sistema Linux, independente da distro, não sofreram quaisquer tipo de ataque.
Antes de colocar em sua empresa ou sua casa, avaliem com cuidado o tipo de sistema que se usará em sua estação ou servidor, pois quando um ataque de vírus ou algo assim for detectado, você gastará muito em corrigir esse incidente.
Usar Linux faz parte de um plano de sabedoria por parte de um administrador, onde uma boa quantia da receita será economizada com licenças e antivírus ao longo do tempo. O Linux não é difícil, somente aqueles que usam sabem o valor da liberdade e da funcionalidade. Só é difícil aquele que estão acostumados a empurrar o mouse e possuem uma preguiça em pensar e o pensamento de que se é pago é melhor.
Vida longa ao Linux!
A WarpCOE agradece ao VOL pelo alto teor de informação e clareza nesse maravilhoso universo open source.
Este eu arrisco dizer ser o MAIOR problema que o Linux enfrenta. Sou iniciante mas já estou estudando juntamente com alguns amigos técnicos também, que ao finalizarmos nossos estudos e todos estivermos com a LPI em mãos, nos especializaremos em suporte para Linux.
Vamos bater aonde as barreiras são as mais grossas, quando estas ostourarem, as pequenas não irão segurar nada.