Porque o Linux é difícil
Este artigo tenta mostrar a visão do outro lado do muro, onde está o usuário comum, olhando do lado do leigo para o lado do expert, quanto às dificuldades do Linux. É a opinião da liberdade que questiona: porque eu tenho que pensar igual a você?
O que é bom, para quem?
A tônica das discussões tendem a focar dois ou três pontos de comparação:
Esta visão é típica que quem sabe mais por ser auto didata ou por ser um profissional cujo saber sobre o assunto se superpõe aos problemas comuns dos usuários, via de regra banais e triviais.
A importância das pequenas dúvidas e dificuldades é a primeira premissa a ser revista e destruída. Um comando "lsusb" é mais que banal para o iniciado, mas uma montanha de dificuldade para o usuário. Seguir o excelente tutorial de instalação do Slackware Linux é banal para um iniciado, mas um calvário para o usuário.
Frases equivocadas:
"O Linux é fácil de usar, mas não pode ter preguiça. Quem não sabe se limpar sozinho não usa Linux."
O usuário tem o direito de pensar como um orangotango, pelo simples fato que é ele que escolhe o sistema operacional:
A comparação com o Windows, quanto às facilidades de uso e instalação é intuitiva, mas nada apropriada para benchmark (benchmark seria a comparação com a excelência, com o melhor produto).
Por esse caminho chega-se a concluir a inegável superioridade técnica do Linux e dos sistemas UNIX Like, que rendem parabéns aos experts, mas que pouco ou nada significam para o usuário comum.
O usuário quer algo que seja intuitivo e que o encante. Não se nota esse objetivo na grande maioria das distros. Uma olhada superficial, de leigo, leva o usuário a se encantar com o MAC OS. Logo uma comparação mais adequada, para quem quer ser o melhor, seria com o MAC OS.
Tecnicamente pode ser uma bobagem, mas é uma bobagem que encanta o leigo.
- Linux versus Windows.
- Superioridade técnica do Linux
- Adivinhação da facilidade de uso.
Esta visão é típica que quem sabe mais por ser auto didata ou por ser um profissional cujo saber sobre o assunto se superpõe aos problemas comuns dos usuários, via de regra banais e triviais.
A importância das pequenas dúvidas e dificuldades é a primeira premissa a ser revista e destruída. Um comando "lsusb" é mais que banal para o iniciado, mas uma montanha de dificuldade para o usuário. Seguir o excelente tutorial de instalação do Slackware Linux é banal para um iniciado, mas um calvário para o usuário.
Frases equivocadas:
"O Linux é fácil de usar, mas não pode ter preguiça. Quem não sabe se limpar sozinho não usa Linux."
O usuário tem o direito de pensar como um orangotango, pelo simples fato que é ele que escolhe o sistema operacional:
- Se é um usuário sovina, escolhe um Windows pirata.
- Se é um usuário normal, adquire um Windows legal e um MS Office pirata.
- Se o usuário com mais discernimento, adquire um Windows legal e aplicativos freeware ou open source.
- Se o usuário tem dinheiro e bom gosto, escolhe um MAC.
- Se não é usuário, escolhe Linux.
A comparação com o Windows, quanto às facilidades de uso e instalação é intuitiva, mas nada apropriada para benchmark (benchmark seria a comparação com a excelência, com o melhor produto).
Por esse caminho chega-se a concluir a inegável superioridade técnica do Linux e dos sistemas UNIX Like, que rendem parabéns aos experts, mas que pouco ou nada significam para o usuário comum.
O usuário quer algo que seja intuitivo e que o encante. Não se nota esse objetivo na grande maioria das distros. Uma olhada superficial, de leigo, leva o usuário a se encantar com o MAC OS. Logo uma comparação mais adequada, para quem quer ser o melhor, seria com o MAC OS.
Tecnicamente pode ser uma bobagem, mas é uma bobagem que encanta o leigo.