Porque o Linux é difícil
Este artigo tenta mostrar a visão do outro lado do muro, onde está o usuário comum, olhando do lado do leigo para o lado do expert, quanto às dificuldades do Linux. É a opinião da liberdade que questiona: porque eu tenho que pensar igual a você?
Parte 2: Porque se preocupar com um preguiçoso que não sabe nada
O preguiçoso que não sabe nada é um cidadão que usa computador; esse motivo isoladamente já é suficiente para que os especialistas se preocupem com ele, pois a qualquer momento ele pode se tornar um cliente.
O usuário é uma pessoa que tem o seu próprio negócio, uma profissão, necessidades e desejos; apenas ele não é do ramo da informática. Para ele a informática tem a mesma importância da arqueologia ou da técnica de criar camarões, ou fabricar whisky. Seu interesse em aprender os segredos da técnica é o mesmo para todos esses assuntos, pouco mais pouco menos, dependendo dos gostos subjetivos.
Note que o usuário, enquanto pessoa comum, até gosta de aprender, mas não gosta de sofrer, mantendo em mente que "sofrer" também é subjetivo.
Dizem que a mentalidade Linux é fazer algo que se gosta e disponibilizar solidariamente para a humanidade. Muito altruísta, mas trata-se de um raciocínio limitado, mesmo dentro do humanismo, esquecendo o dinheiro. Limitado porque se o trabalho do especialista fosse utilizado por mais pessoas ele teria uma recompensa dobrada pelo seu altruísmo.
Não obstante o jogo de cooperação / benefício do open source é algo bem maior, bem mais útil, lucrativo e portanto superior às boas intenções do altruísmo. Superior porque além das boas intenções dá bons resultados (boas intenções= ética da convicção. Bons resultados = ética da convicção mais ética da responsabilidade - só para quem se preocupa com isso).
Do ponto de vista prático ($$$$$), quanto maior o número de usuários, mais importante o sistema operacional e mais clientes potenciais; logo há muitas e boas razões, de todas as naturezas, para atender os desejos e veleidades do usuário, um cara folgado que quer tudo fácil.
O mote da Canonical (Ubuntu), "Um sistema operacional para a humanidade", é a primeira declaração, ou intenção explícita, de conquistar o maior número de usuários possível.
O usuário é uma pessoa que tem o seu próprio negócio, uma profissão, necessidades e desejos; apenas ele não é do ramo da informática. Para ele a informática tem a mesma importância da arqueologia ou da técnica de criar camarões, ou fabricar whisky. Seu interesse em aprender os segredos da técnica é o mesmo para todos esses assuntos, pouco mais pouco menos, dependendo dos gostos subjetivos.
Note que o usuário, enquanto pessoa comum, até gosta de aprender, mas não gosta de sofrer, mantendo em mente que "sofrer" também é subjetivo.
Dizem que a mentalidade Linux é fazer algo que se gosta e disponibilizar solidariamente para a humanidade. Muito altruísta, mas trata-se de um raciocínio limitado, mesmo dentro do humanismo, esquecendo o dinheiro. Limitado porque se o trabalho do especialista fosse utilizado por mais pessoas ele teria uma recompensa dobrada pelo seu altruísmo.
Não obstante o jogo de cooperação / benefício do open source é algo bem maior, bem mais útil, lucrativo e portanto superior às boas intenções do altruísmo. Superior porque além das boas intenções dá bons resultados (boas intenções= ética da convicção. Bons resultados = ética da convicção mais ética da responsabilidade - só para quem se preocupa com isso).
Do ponto de vista prático ($$$$$), quanto maior o número de usuários, mais importante o sistema operacional e mais clientes potenciais; logo há muitas e boas razões, de todas as naturezas, para atender os desejos e veleidades do usuário, um cara folgado que quer tudo fácil.
O mote da Canonical (Ubuntu), "Um sistema operacional para a humanidade", é a primeira declaração, ou intenção explícita, de conquistar o maior número de usuários possível.