Projetos de software livre descontinuados: um problema com solução
Ao longo do tempo temos visto a surgir diversos bons projetos de software livre, que embora sejam úteis a muitos usuários, terminaram por ser descontinuados. Procurarei com este artigo encorajar novos usuários de GNU/Linux a participarem ativamente de projetos que possam lhes ser úteis, desde o desenvolvimento até a adaptação (maravilha!) de programas existentes às suas necessidades.
Apresentação
Somos uma imensa comunidade formada por diversos tipos de pessoas, desde administradores de sistemas até simples usuários empurradores de mouse e curiosos do orkut (sem ofensas), com os mais diferentes níveis de conhecimento e capacitação no uso de GNU/Linux.
Em comum, o que todos temos talvez seja, senão a paixão, ao menos o uso voluntário de software livre e de código aberto. Afirmo que talvez tenhamos em comum, porque haverá diferenças, singulares de acordo com o ponto de vista de cada um. Talvez outra coisa que tenhamos em comum seja o fato de já termos sido usuários de software proprietário, e dessa forma, ainda carregarmos algumas lembranças dos programas que usávamos, e que infelizmente parecem não haver soluções que trabalhem de forma idêntica, senão ao menos semelhante, no mundo do software livre.
Essa questão de existência de soluções semelhantes, no entanto, não chega a ser um grande problema, posto que dispomos de muitas alternativas, porém alguns programas consagrados, como o Flash, simplesmente não é oferecido pela empresa desenvolvedora em uma versão para GNU/Linux, e muito menos se o fosse, seria de código aberto. Quer dizer, para o desenvolvimento de alternativas continua valendo o paradigma do "precisando de alguma coisa específica, faça você mesmo". Mas nem sempre precisa ser assim.
Navegando pela internet, quase sempre me deparo com algum projeto promissor, com características que chegariam a superar os concorrentes proprietários, mas que precisaram ser descontinuados ou suspensos indeterminadamente por falta de tempo da equipe (não é culpa deles... eles precisam ganhar dinheiro também... :) ) ou por esbarrarem na problemática dos formatos de arquivo proprietários (.swf, .cdr, .psd, .dps, entre tantos outros...).
Apesar de hoje, um grande número de usuários de GNU/Linux sequer ter algum conhecimento técnico de programação, de engenharia de software, todos são potencialmente membros de equipes de desenvolvimento. Boas equipes de desenvolvimento não são formadas apenas de bons programadores. Necessariamente haverá:
Tudo bem, mas potência não produz. O que gera tudo o que temos no mundo é uma coisa chamada trabalho, é o aproveitamento da potência.
Em comum, o que todos temos talvez seja, senão a paixão, ao menos o uso voluntário de software livre e de código aberto. Afirmo que talvez tenhamos em comum, porque haverá diferenças, singulares de acordo com o ponto de vista de cada um. Talvez outra coisa que tenhamos em comum seja o fato de já termos sido usuários de software proprietário, e dessa forma, ainda carregarmos algumas lembranças dos programas que usávamos, e que infelizmente parecem não haver soluções que trabalhem de forma idêntica, senão ao menos semelhante, no mundo do software livre.
Essa questão de existência de soluções semelhantes, no entanto, não chega a ser um grande problema, posto que dispomos de muitas alternativas, porém alguns programas consagrados, como o Flash, simplesmente não é oferecido pela empresa desenvolvedora em uma versão para GNU/Linux, e muito menos se o fosse, seria de código aberto. Quer dizer, para o desenvolvimento de alternativas continua valendo o paradigma do "precisando de alguma coisa específica, faça você mesmo". Mas nem sempre precisa ser assim.
Navegando pela internet, quase sempre me deparo com algum projeto promissor, com características que chegariam a superar os concorrentes proprietários, mas que precisaram ser descontinuados ou suspensos indeterminadamente por falta de tempo da equipe (não é culpa deles... eles precisam ganhar dinheiro também... :) ) ou por esbarrarem na problemática dos formatos de arquivo proprietários (.swf, .cdr, .psd, .dps, entre tantos outros...).
Apesar de hoje, um grande número de usuários de GNU/Linux sequer ter algum conhecimento técnico de programação, de engenharia de software, todos são potencialmente membros de equipes de desenvolvimento. Boas equipes de desenvolvimento não são formadas apenas de bons programadores. Necessariamente haverá:
- Designers, responsáveis pela criação dos ícones, pela criação do layout do programa etc;
- Analistas, que ficarão a cargo de estabelecer que funções do programa realmente serão essenciais, e outras coisa mais;
- Programadores, que farão o trabalho duro de escrever o código do programa;
- Testers, que testarão o programa, tanto em relação às funcionalidades como em relação às falhas;
- E, finalmente, um bom grupo de pessoas interessadas no programa que façam sugestões sobre novas funcionalidades.
Tudo bem, mas potência não produz. O que gera tudo o que temos no mundo é uma coisa chamada trabalho, é o aproveitamento da potência.