Banda Larga: Será que você tem mesmo?
As empresas são cada vez mais dependentes da utilização da Internet, da mesma forma que as pessoas comuns passaram a utilizar este serviço como se fosse uma TV ou rádio, que você liga na hora que quer! Mas e a qualidade do sinal, é realmente o que deveria ser?
Introdução
Este artigo foi inspirado no O Globo Digital, que foi às ruas no dia 20 de abril deste ano e que abordou o tema Banda Larga.
O objetivo deste artigo é não deixar que esse tema seja esquecido, colocando em debate a situação atual de forma a solicitar perante nossos governantes uma adequação a legislação específica para este tipo de serviço.
Devido a demora na construção deste artigo, isto é, no desenvolvimento do texto durante o levantamento de informações para um melhor esclarecimento do assunto, foram ocorrendo alguns fatos importantes no qual foi inserido nota adicional, para mostrar que a participação do público, seja ele direto ou indireto na relação de consumo, é importante para que ocorra mudanças favoráveis ao todo, que neste caso, é a melhora do serviço de banda larga no Brasil.
Primeiramente, vamos entender o título deste artigo. No tópico abaixo tentarei esclarecer alguns pontos desconhecidos da maioria dos usuários.
No Brasil muitos fornecedores de Internet, principalmente no interior, classificam a banda larga com serviço a partir de 128Kbps, o que estaria no mínimo, muito longe dos padrões internacionais.
Além disso a média mundial de velocidade para a banda larga é de 13Mbps, sendo que aqui no Brasil 90% dos assinantes têm velocidade inferior ou igual a 2Mbps.
Quero deixar claro que isso não é por falta de recursos tecnológicos, pois operadoras como a GVT e NET oferecem comercialmente velocidades com taxas de até 60Mpbs, porém o recurso é restrito a alguns clientes.
O problema se deve em parte por causa do compartilhamento da infra-estrutura existente, onde, como em vários setores do mercado brasileiro, as empresas se posicionam em apenas inflar o serviço e ganhar em cima da quantidade de usuários ao invés de investir e oferecer um serviço melhor, que neste caso, esbarra na supervalorização do investimento, cobrando preços absurdos aos usuários.
O objetivo deste artigo é não deixar que esse tema seja esquecido, colocando em debate a situação atual de forma a solicitar perante nossos governantes uma adequação a legislação específica para este tipo de serviço.
Devido a demora na construção deste artigo, isto é, no desenvolvimento do texto durante o levantamento de informações para um melhor esclarecimento do assunto, foram ocorrendo alguns fatos importantes no qual foi inserido nota adicional, para mostrar que a participação do público, seja ele direto ou indireto na relação de consumo, é importante para que ocorra mudanças favoráveis ao todo, que neste caso, é a melhora do serviço de banda larga no Brasil.
Primeiramente, vamos entender o título deste artigo. No tópico abaixo tentarei esclarecer alguns pontos desconhecidos da maioria dos usuários.

A velocidade da Internet Banda Larga
Não querendo desagradar ou jogar água fria na cara dos caros leitores, ainda sobre os relatos da matéria do O Globo Digital, de acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UIT), a verdadeira Banda Larga só é considerada para transmissão de sinal com taxa igual ou superior a 2Mbps, isto é, de acordo com os padrões internacionais você só poderá dizer que utiliza banda larga se recebe e navega com taxa acima de 2Mbps.No Brasil muitos fornecedores de Internet, principalmente no interior, classificam a banda larga com serviço a partir de 128Kbps, o que estaria no mínimo, muito longe dos padrões internacionais.
Além disso a média mundial de velocidade para a banda larga é de 13Mbps, sendo que aqui no Brasil 90% dos assinantes têm velocidade inferior ou igual a 2Mbps.
Quero deixar claro que isso não é por falta de recursos tecnológicos, pois operadoras como a GVT e NET oferecem comercialmente velocidades com taxas de até 60Mpbs, porém o recurso é restrito a alguns clientes.
O problema se deve em parte por causa do compartilhamento da infra-estrutura existente, onde, como em vários setores do mercado brasileiro, as empresas se posicionam em apenas inflar o serviço e ganhar em cima da quantidade de usuários ao invés de investir e oferecer um serviço melhor, que neste caso, esbarra na supervalorização do investimento, cobrando preços absurdos aos usuários.
Muito bom este artigo.