Finalmente consegui tirar o Windows do meu computador!
Depois de sempre me perguntar se não existia nada melhor que Windows, eis que descubro o Linux. Este artigo traz, além do meu relato de migração, dicas sobre como instalar programas para deixar seu desktop Ubuntu do jeito que você gosta.
Como tirei o Windows do computador
Há muito tempo que procuro um sistema operacional melhor que o Windows, o problema é que sofremos uma lavagem cerebral para usá-lo. Os cursos, livros e revistas só falam nele e o pior de tudo, ele pode ser comprado em qualquer esquina por R$ 10,00 e ninguém se importa com o fato de ele ser pirata, pois é mais barato para as empresas que economizam em treinamento de funcionários e os próprios fabricantes de software, que tem seus produtos sempre sendo usados em uma espécie de marketing obscuro. Mas vamos ao que interessa, o modo como finalmente consegui tirar o Windows do meu PC.
Utilizo computador há pelo menos 13 anos e sempre me perguntei se não existiria nada melhor que o Windows, pois sempre achei ele falho. O fato de não reconhecer nada do PC, obrigando a ter drivers de instalação de tudo e os infindáveis codecs e plugins que precisamos sempre baixar e atualizar, o antivírus que deixa a máquina mais lenta, o Internet Explorer que funciona mal, me cansavam.
Foi quando um professor de informática do curso de técnico em informática que eu fazia me mostrou o Red Hat Linux, um sistema operacional completo com tudo que você precisava e gratuito. Aquilo me interessou muito, contudo o Red Hat era difícil de instalar e configurar e a migração para ele não foi possível. Porém agora eu sabia que existia outra opção além do Windows e passei a acompanhar a evolução do Linux.
Foi quando conheci o Kurumin Linux, um sistema operacional completo, com todos os programas, que reconhecia todo o hardware do computador automaticamente e que rodava direto do CD. Tão logo comecei a testar, o instalei em meu PC em conjunto com o Windows e passei a usá-lo principalmente para a internet, devido a rapidez, segurança, velocidade e o melhor, podia usar o Firefox, um navegador muito superior ao Internet Explorer.
Porém muitas tarefas que executava em Windows ainda não conseguia executar em Linux, pois não existiam programas que substituíssem os que utilizava em Windows como o DreamWeaver e o CorelDraw, por exemplo. Foi quando me informaram sobre o Ubuntu, uma distribuição voltada ao usuário final e contando com muitos recursos que até então não havia visto em Linux. Troquei o Kurumin pelo Ubuntu, mas continuei com o Windows na máquina, pois o Linux ainda não dava suporte a muitas coisas, como tecnologia 3G por exemplo.
A comunidade Linux amadureceu e começou a pensar mais no usuário final e programas antes restritos a determinadas distribuições começaram a poder serem usados em outras e as distribuições começaram a melhorar cada vez mais e programas para todas as finalidades com interface gráfica, muito bem escritos e com interface limpa e intuitiva, começaram a aparecer. O governo passou a incentivar o uso do software livre, que é a escolha sensata para nosso pais, mostrando que era necessário incluir o Linux o cenário da informática de uma vez por todas.
Com a evolução do Ubuntu, que é a distribuição que eu uso, passei a utilizar cada vez mais o Linux devido a agilidade do sistema operacional e facilidade de utilização bem maior que no Windows. Minha última barreira eram os programas que usava normalmente como o Photoshop, CorelDraw e DreamWeaver, que agora consegui substituir muito bem pelo Gimp, Inkscape e o Kompozer.
Os codecs e plugins, que antes não eram compatíveis com determinados formatos de mídia, agora funcionam bem até com os formatos mais exóticos como o MKV e o Rmvb. Faltava só um programa para edição de vídeo, que descobri ser o AVIDemux, que permite editar, converter vídeos e adicionar legendas facilmente. Com isso não preciso mais do Windows e estou utilizando só o Linux, que até agora vem correspondendo muito bem a todas as minhas expectativas e o melhor, é gratuito, seguro, rápido, fácil de usar e configurar e não preciso mais pagar por uma atualização de software, já que ele se atualiza sozinho.
Utilizo computador há pelo menos 13 anos e sempre me perguntei se não existiria nada melhor que o Windows, pois sempre achei ele falho. O fato de não reconhecer nada do PC, obrigando a ter drivers de instalação de tudo e os infindáveis codecs e plugins que precisamos sempre baixar e atualizar, o antivírus que deixa a máquina mais lenta, o Internet Explorer que funciona mal, me cansavam.
Foi quando um professor de informática do curso de técnico em informática que eu fazia me mostrou o Red Hat Linux, um sistema operacional completo com tudo que você precisava e gratuito. Aquilo me interessou muito, contudo o Red Hat era difícil de instalar e configurar e a migração para ele não foi possível. Porém agora eu sabia que existia outra opção além do Windows e passei a acompanhar a evolução do Linux.
Foi quando conheci o Kurumin Linux, um sistema operacional completo, com todos os programas, que reconhecia todo o hardware do computador automaticamente e que rodava direto do CD. Tão logo comecei a testar, o instalei em meu PC em conjunto com o Windows e passei a usá-lo principalmente para a internet, devido a rapidez, segurança, velocidade e o melhor, podia usar o Firefox, um navegador muito superior ao Internet Explorer.
Porém muitas tarefas que executava em Windows ainda não conseguia executar em Linux, pois não existiam programas que substituíssem os que utilizava em Windows como o DreamWeaver e o CorelDraw, por exemplo. Foi quando me informaram sobre o Ubuntu, uma distribuição voltada ao usuário final e contando com muitos recursos que até então não havia visto em Linux. Troquei o Kurumin pelo Ubuntu, mas continuei com o Windows na máquina, pois o Linux ainda não dava suporte a muitas coisas, como tecnologia 3G por exemplo.
A comunidade Linux amadureceu e começou a pensar mais no usuário final e programas antes restritos a determinadas distribuições começaram a poder serem usados em outras e as distribuições começaram a melhorar cada vez mais e programas para todas as finalidades com interface gráfica, muito bem escritos e com interface limpa e intuitiva, começaram a aparecer. O governo passou a incentivar o uso do software livre, que é a escolha sensata para nosso pais, mostrando que era necessário incluir o Linux o cenário da informática de uma vez por todas.
Com a evolução do Ubuntu, que é a distribuição que eu uso, passei a utilizar cada vez mais o Linux devido a agilidade do sistema operacional e facilidade de utilização bem maior que no Windows. Minha última barreira eram os programas que usava normalmente como o Photoshop, CorelDraw e DreamWeaver, que agora consegui substituir muito bem pelo Gimp, Inkscape e o Kompozer.
Os codecs e plugins, que antes não eram compatíveis com determinados formatos de mídia, agora funcionam bem até com os formatos mais exóticos como o MKV e o Rmvb. Faltava só um programa para edição de vídeo, que descobri ser o AVIDemux, que permite editar, converter vídeos e adicionar legendas facilmente. Com isso não preciso mais do Windows e estou utilizando só o Linux, que até agora vem correspondendo muito bem a todas as minhas expectativas e o melhor, é gratuito, seguro, rápido, fácil de usar e configurar e não preciso mais pagar por uma atualização de software, já que ele se atualiza sozinho.