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Cansou do Konsole e GNOME-Terminal? Existem outros terminais, escolha o seu!

Este artigo sumariza os principais terminais e tipos de terminal, alternativas aos famosos Konsole e GNOME-Terminal.
Alberto Federman Neto. albfneto
Hits: 58.675 Categoria: Shell Script Subcategoria: Introdução
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Introdução, interpretador de comando e shell

Para usuários comuns, nas atuais distribuições Linux muito amigáveis, é cada vez menos necessário usar comandos.

Mas Linusers mais experientes gostam de usar comandos para poder configurar, resolver problemas, aprender Linux, ou mesmo porquê apreciem ambientes gráficos mais simples ou minimalistas, com poucos detalhes como ícones ou menus, painéis etc...

Quando se digita CRTL+ALT+F1 para sair do X-Window, do ambiente gráfico, aparece uma tela, geralmente escrito "Login:". Diz-se que se está em um ambiente chamado "Shell Pura" (e/ou "Bash Puro") onde pode-se digitar comandos.

"Shell" é uma palavra da língua inglesa que significa "Concha" (aquela concha do Marisco, da ostra, do caramujo etc). É assim chamada porque basicamente é uma "Casca", dentro da qual roda o Interpretador de Comandos que serve para "passar", "falar", os comandos do usuário ao sistema operacional.

Uma das primeiras versões de Shell era escrita em linguagem C para o Unix e chamava-se Csh, "C Shell". Variantes da "C Shell" original existiram nos anos 60 e 70, como a "Thompson Shell", "Korn Shell" (de David Korn, da Bell Labs) e a "Bourne Shell" (Sh) (de Stephen Bourne, da AT&T, EUA).

Embora em Unix se use muito ainda "Bourne Shell" clássica, sh, em Linux, o mais conhecido e usado dos interpretadores de comandos é o Bash (uma modificação melhorada de "Bourne Shell", baseada no csh e no Korn Shell).

Existem vários outros "Shells". Eu particularmente gosto do próprio Bash, Zsh e Fish (Friendly Interactive Shell).

Veremos que a Shell pode ser usada em forma pura, ou ainda em janelas acessórias como terminais.

   1. Introdução, interpretador de comando e shell
   2. Xterm, Aterm, Eterm, Mrxvt etc
   3. GNOME-Terminal, LXTerminal, Terminal-E etc
   4. Konsole e Mlterm
   5. Outros terminais e aplicativos de terminal, conclusões

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#1 Comentário enviado por removido em 16/11/2010 - 11:07h
Uma verdadeira aula.
Amplas variações e para todos os gostos.
Mais uma referência para toda a comunidade Linux.

Excelente artigo Alberto.

Isto é Linux!
#2 Comentário enviado por diegorubin em 16/11/2010 - 12:21h
Um terminal que gosto bastante e que tem sido muito útil é o Terminator. Este terminal tem possibilidade de fazer splits.

Muito bom o artigo.

Falou.
#3 Comentário enviado por stilldre em 16/11/2010 - 14:10h
sempre uso o yakuake! excelente tutorial, parabéns!
#4 Comentário enviado por aline.abreu em 16/11/2010 - 14:30h
Muito, muito interessante!!!!
#6 Comentário enviado por mcnd2 em 16/11/2010 - 19:26h
Muito bom!

É essa a diferença em usar GNU/Linux.
Muitas variedades de configurações com um detalhe, tendo o mesmo efeito.

Artigo 10.
#7 Comentário enviado por Fabio_Farias em 17/11/2010 - 13:20h
Mais um belo trabalho do albfneto.
No meu limitado conhecimento não pensei que existiam tantas diferenças entre os terminais.
Obrigado amigo pela excelente contribuição.
Abraços!
#8 Comentário enviado por trombel em 17/11/2010 - 18:28h
Artigo muito bom. Não fazia idéia da variedade de terminais.
Uma pergunta: na frase " Sua utilidade é óbvia, pois vai interpretar letras de alfabetos Russo, Japonês, Vietnamita, Punjabi etc para usuários que não escrevem com alfabeto arábico.", quando fala do mlterm, a expressão "que não escrevem com alfabeto arábico" não deveria ser "que não escrevem com alfabeto latino" ?

Abraços!
#9 Comentário enviado por albfneto em 18/11/2010 - 12:43h
ERRATA:

Concordo. lembrou bem. Não é alfabeto arábico,é alfabeto latino!

Os numerais que usamos é que são arábicos! rsrsr
Falha nossa! rsrsr
#10 Comentário enviado por mvquintella em 18/11/2010 - 13:00h
Instalei o Guake no Ubuntu. Muito bem!
Obrigado pela dica!
#12 Comentário enviado por bonilhasilvio em 03/07/2012 - 20:15h
Utilizo GNU/Linux há mais de 10 anos, como servidores e como estação de trabalho. Poucas vezes troquei a pele do bichinho. Desde as primeiras versões do Conectiva, RedHat, Mandrak, Debian, Slackware, Kurumim, (a versão 7 estava muito boa) e por fim Ubuntu. Lendo esse artigo me animei a trocar a pele do meu Gnome, vamos ver se me dou bem...

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