Software Livre no Brasil
Esse artigo discute o crescimento do software livre no Brasil, sua aceitação pelo governo atual, o por quê das implementações de software livre demorarem tanto e convoca todas as pessoas relacionadas com tecnologia à adoção do modelo de software livre em suas empresas.
Introdução
Tendo em vista o crescimento do software livre (particularmente
Linux) e sua aceitação pelo governo atual para
implementações tanto governamentais quanto sociais, alguns
entusiastas que atuam ou procuram um espaço nesta área da
Tecnologia da Informação podem se perguntar por que existe tanta
dificuldade em se encontrar empregos ligados ao software livre.
Apesar das decisões do atual governo em relação ao Linux, as implementações não estão ocorrendo com tanta velocidade. Estes atrasos com certeza devem ser creditados àquelas pessoas que espalham a incerteza e a dúvida e que infelizmente são em sua maioria profissionais da área de informática que mesmo sem ter muito conhecimento, são respeitados, sendo as vezes até elevados por leigos ao patamar de "gurus", coisa que acontece muito freqüentemente em uma relação leigo-técnico (ora, quantos "técnicos picaretas" você mesmo, leitor, já não conheceu?).
Estas mesmas pessoas falam sobre a dificuldade de uso do Linux e até mesmo da falta de suporte. Essas afirmações podem ser ridículas, pois com a evolução que o software livre teve, qualquer usuário final pode facilmente se acostumar com um sistema como o Linux. Quanto a falta de suporte, existem várias empresas especializadas em suporte de Linux, como a Conectiva, que além de disponibilizar no site o manual e o FAQ (Frequently Asked Question) do seu sistema Conectiva Linux, vende o suporte técnico. Se o problema for comprar o suporte, existe a própria comunidade de software livre, que sempre ajuda com a melhor vontade sem nenhum custo.
Outro dos motivos que atrasam estas migrações para software livre são os esforços por parte da gigante Microsoft, que lança campanhas de ideologia falsa como a "Get The Facts" (Entenda os Fatos), campanha da gigante que circula pela internet e contém falsos dados e testemunhos, como por exemplo sobre TCO (Total Cost Of Ownership ou Custo Total de Propriedade) e segurança. Essa campanha chega a ser ridícula para quem conhece a fundo os dois sistemas operacionais (Windows e Linux), pois não é preciso muita pesquisa para saber que o Windows tem milhares de falhas de segurança enquanto o Linux não tem quase nenhuma.
O petista presidente do ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), Sérgio Amadeu, comparou a Microsoft com traficantes, que primeiro distribuem "amostras grátis" para depois de viciar, começar a cobrar pelas licenças (enfoco aqui que apenas cito o que já foi dito anteriormente por Sérgio Amadeu. Não estou caluniando a empresa).
O software livre já se provou capaz de solucionar diversos problemas, tanto na segurança como na economia. Uma pesquisa interna feita pelo ITI nos órgãos do governo que passaram a usar software livre chegou à marca de economia de até 97% em relação ao software proprietário.
Com um barateamento desses, apenas pergunto se em um país como o Brasil, onde milhões de pessoas passam fome, deve continuar engordando os bolsos do homem mais rico do mundo. Particularmente acredito que todos devemos aderir ao modelo do Software Livre.
Apesar das decisões do atual governo em relação ao Linux, as implementações não estão ocorrendo com tanta velocidade. Estes atrasos com certeza devem ser creditados àquelas pessoas que espalham a incerteza e a dúvida e que infelizmente são em sua maioria profissionais da área de informática que mesmo sem ter muito conhecimento, são respeitados, sendo as vezes até elevados por leigos ao patamar de "gurus", coisa que acontece muito freqüentemente em uma relação leigo-técnico (ora, quantos "técnicos picaretas" você mesmo, leitor, já não conheceu?).
Estas mesmas pessoas falam sobre a dificuldade de uso do Linux e até mesmo da falta de suporte. Essas afirmações podem ser ridículas, pois com a evolução que o software livre teve, qualquer usuário final pode facilmente se acostumar com um sistema como o Linux. Quanto a falta de suporte, existem várias empresas especializadas em suporte de Linux, como a Conectiva, que além de disponibilizar no site o manual e o FAQ (Frequently Asked Question) do seu sistema Conectiva Linux, vende o suporte técnico. Se o problema for comprar o suporte, existe a própria comunidade de software livre, que sempre ajuda com a melhor vontade sem nenhum custo.
Outro dos motivos que atrasam estas migrações para software livre são os esforços por parte da gigante Microsoft, que lança campanhas de ideologia falsa como a "Get The Facts" (Entenda os Fatos), campanha da gigante que circula pela internet e contém falsos dados e testemunhos, como por exemplo sobre TCO (Total Cost Of Ownership ou Custo Total de Propriedade) e segurança. Essa campanha chega a ser ridícula para quem conhece a fundo os dois sistemas operacionais (Windows e Linux), pois não é preciso muita pesquisa para saber que o Windows tem milhares de falhas de segurança enquanto o Linux não tem quase nenhuma.
O petista presidente do ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), Sérgio Amadeu, comparou a Microsoft com traficantes, que primeiro distribuem "amostras grátis" para depois de viciar, começar a cobrar pelas licenças (enfoco aqui que apenas cito o que já foi dito anteriormente por Sérgio Amadeu. Não estou caluniando a empresa).
O software livre já se provou capaz de solucionar diversos problemas, tanto na segurança como na economia. Uma pesquisa interna feita pelo ITI nos órgãos do governo que passaram a usar software livre chegou à marca de economia de até 97% em relação ao software proprietário.
Com um barateamento desses, apenas pergunto se em um país como o Brasil, onde milhões de pessoas passam fome, deve continuar engordando os bolsos do homem mais rico do mundo. Particularmente acredito que todos devemos aderir ao modelo do Software Livre.
Mostrou de uma forma rapida e resumida o que está acontecendo e no final você expôs sua idéia clara e concreta, que assim como eu todos concordam.
Abraços.