O desafio continua...
Estamos convidando a comunidade a participar de um verdadeiro projeto de divulgação do Linux, através de hardware e software bem equilibrados.
O desafio continua...
Linux foi uma solução inteligente para trazer para dentro de casa um sistema operacional baseado no poderosíssimo UNIX, já conhecido e consagrado há várias décadas.
O grande povo talvez não saiba que o tal UNIX foi o maior responsável pelo advento da própria Internet, e que o Linux é um sistema perfeito para a hospedagem de sites sem complicações.
Como o software é livre, não há muitos jogos espetaculares. Mas convenhamos: Estamos falando de trabalho e resultados, estabilidade, consagração no meio profissional. Na possibilidade de realizar muito bem a maioria das coisas que se deve esperar de um computador doméstico pronto para o trabalho "soho".
Também a produção musical com vistas ao profissionalismo se ressente um pouco no ambiente Linux.
O PC ("IBM-compatível", derivado dos x86-Pentium) não é contudo o melhor hospedeiro para som profissional, e sim o mais barato, se pensarmos em placas de som da Creative Labs. Os dispositivos de som "on-board" não chegam nem perto do que seria razoável para uso profissional. Para amadores, tudo bem. Existem muitos estúdios montados em torno dessa configuração pífia. Para amadores "top-line" eu indicaria placas da Turtle Beach, que são BEM mais caras.
Porém, alheio a estas realidades, "eu", o comprador de computador, candidato a usuário-final, sofro inúmeras decepções ao adquirir minha "máquina Linux":
Em primeiro lugar, porque sou leigo, e certamente fui convencido por um vendedor que me convenceu das facilidades de pagamento, do "preço baixo", etc.
"Eu" não entendo de computador. A "distrô" (sei lá o que-que isso!) não é recomendada pelas pessoas que entendem.
A máquina é fraca e começa a dar problemas. Troca daqui, troca dali, e alguém indica trocar o Linux por um "piratão" que tem aquilo tudo que meu filho queria.
E "eu", que fui à loja para agir politicamente correto, torno-me mais um dos milhões de piratas espalhados pelo universo... e ainda PAGUEI caro por isso!
Pois foi pensando em toda essa perspectiva que escrevi estas linhas para a comunidade Viva o Linux! lançando um desafio (igual o Torvalds fez nos seus tempos de nerd na Finlândia):
- QUE TAL se desenvolvermos conjuntamente umas 4 ou 5 configurações de hardware confiáveis e de baixo custo e que seriam a nossa indicação "oficial" como comunidade?
- QUE TAL se montarmos também uns 4 ou 5 conjuntos de software livre que constituiriam pacotes fechados para que o usuário final pudesse desfrutar do Linux de forma agradável e transparente, sem TER que aprender sobre "kernel", "bash", "slackware", "gnome", "debian", etc?
- QUE TAL se endossarmos projetos de inclusão digital baseados EM LINUX, e onde se ensinaria a usar A FERRAMENTA e não o software da empresa X?
Se você estiver disposto a aceitar o desafio, então MÃOS À OBRA!!!
O grande povo talvez não saiba que o tal UNIX foi o maior responsável pelo advento da própria Internet, e que o Linux é um sistema perfeito para a hospedagem de sites sem complicações.
- O núcleo do Linux, chamado de kernel (amêndoa, em inglês) é bastante enxuto e eficaz.
- O ambiente Linux ocupa pouco espaço, isto é, não desperdiça com inutilidades.
- Linux já nasceu dando suporte a computadores com até 6 processadores.
- Linux é um sistema operacional multi-plataforma, isto é, pode trabalhar com processadores distintos.
- Ao contrário de outros sistemas operacionais, ambiente de rede lhe é extremamente familiar, e internet então, nem se fala!...
- Sempre houve multi-tarefa no Linux em seu modo natural, sem necessidade de "adaptações" ou "emulações".
- O Linux não apresenta aquela infinidade de erros inexplicáveis e as tais GPF e outras coisinhas que acabam com a nossa paciência. Claro que também apresenta erros, sendo porém muito mais raros.
- O Linux não obriga ninguém a fazer "atualizações" súbitas de hardware ou software PARA QUE o sistema funcione a contento.
- O hardware que tenha Linux instalado leva mais tempo para ficar finalmente obsoleto.
Como o software é livre, não há muitos jogos espetaculares. Mas convenhamos: Estamos falando de trabalho e resultados, estabilidade, consagração no meio profissional. Na possibilidade de realizar muito bem a maioria das coisas que se deve esperar de um computador doméstico pronto para o trabalho "soho".
Também a produção musical com vistas ao profissionalismo se ressente um pouco no ambiente Linux.
O PC ("IBM-compatível", derivado dos x86-Pentium) não é contudo o melhor hospedeiro para som profissional, e sim o mais barato, se pensarmos em placas de som da Creative Labs. Os dispositivos de som "on-board" não chegam nem perto do que seria razoável para uso profissional. Para amadores, tudo bem. Existem muitos estúdios montados em torno dessa configuração pífia. Para amadores "top-line" eu indicaria placas da Turtle Beach, que são BEM mais caras.
Porém, alheio a estas realidades, "eu", o comprador de computador, candidato a usuário-final, sofro inúmeras decepções ao adquirir minha "máquina Linux":
Em primeiro lugar, porque sou leigo, e certamente fui convencido por um vendedor que me convenceu das facilidades de pagamento, do "preço baixo", etc.
"Eu" não entendo de computador. A "distrô" (sei lá o que-que isso!) não é recomendada pelas pessoas que entendem.
A máquina é fraca e começa a dar problemas. Troca daqui, troca dali, e alguém indica trocar o Linux por um "piratão" que tem aquilo tudo que meu filho queria.
E "eu", que fui à loja para agir politicamente correto, torno-me mais um dos milhões de piratas espalhados pelo universo... e ainda PAGUEI caro por isso!
Pois foi pensando em toda essa perspectiva que escrevi estas linhas para a comunidade Viva o Linux! lançando um desafio (igual o Torvalds fez nos seus tempos de nerd na Finlândia):
- QUE TAL se desenvolvermos conjuntamente umas 4 ou 5 configurações de hardware confiáveis e de baixo custo e que seriam a nossa indicação "oficial" como comunidade?
- QUE TAL se montarmos também uns 4 ou 5 conjuntos de software livre que constituiriam pacotes fechados para que o usuário final pudesse desfrutar do Linux de forma agradável e transparente, sem TER que aprender sobre "kernel", "bash", "slackware", "gnome", "debian", etc?
- QUE TAL se endossarmos projetos de inclusão digital baseados EM LINUX, e onde se ensinaria a usar A FERRAMENTA e não o software da empresa X?
Se você estiver disposto a aceitar o desafio, então MÃOS À OBRA!!!