(IN)segurança Digital
Artigo que tem como tema a questão da segurança (ou a falta dela) na era da informação, também analisando a questão da privacidade, da autodeterminação e soberania dos povos, na era da informação.
Início
Há alguns dias eu finalizei a leitura de um livro interessante, o foco era Computação Forense, o autor não deu uma profundidade técnica na obra, na verdade até está um pouco defasado, mas mesmo assim ela não é de se jogar fora. O que me marcou no livro (além de algumas páginas desnecessárias, como por exemplo a lista de portas de serviços do tcp/ip (em Unix, geralmente /etc/services)) foi o comentário inicial do autor, (...) quero iniciar este artigo com esta observação, para até uma comparação/análise técnica deste, tenha como um dos parâmetros, a linha temporal, pois na era da informação, a verdade de ontem, pode não ser a verdade de hoje.
Escrevi este artigo no ano de 2008, precisamente entre 20/03 e 03/04 a data que publico.
Queria começar este com uma informação fundamental, de suma importância para a continuidade da leitura, a definição do que é informação (Não confunda informação com dado, são conceitos fundamentalmente diferentes).
Eu vejo a informação como um resultado, o resultado de processamento, manipulação e organização de determinados dados, de tal forma que represente algo, geralmente um acréscimo ao conhecimento à quem recebe.
Estamos no século 21, em plena revolução de idéias, borbulhamentos sociais, conflitos de toda natureza e espécie, conceitos sendo mudados constantemente, sociedade em evolução e ebulição, paradigmas sendo quebrados. Estamos em plena era da informação.
É indubitável vivemos em uma época, onde as informações, sua posse e seu controle são fundamentais para o pleno desenvolvimento da sociedade. O novo capital é a informação, sua posse é decisiva sob vários aspectos, aqueles que detém a informação está em condição superior a quem não detém, geralmente quem detém informação controla que não tem, através de diversos mecanismos, sendo um deles o processo de alienação constante e coletiva, como dizia Jonh Milton, a maior façanha do diabo, foi fazer com que muitos acreditassem que ele não existia.
Definitivamente, não estamos seguros. Devemos ter ações com intenções preventivas para minimizar o impacto desta afirmação.
Escrevi este artigo no ano de 2008, precisamente entre 20/03 e 03/04 a data que publico.
Queria começar este com uma informação fundamental, de suma importância para a continuidade da leitura, a definição do que é informação (Não confunda informação com dado, são conceitos fundamentalmente diferentes).
Afinal, o que é informação?
Segundo o grande AURÉLIO (1995), tudo aquilo que, por ter alguma característica distinta, pode ser ou é apreendido, assimilado ou armazenado pela percepção e pela mente humanas. De acordo com o Online Etimology Dictionary, informação vem do latim informationem, ("delinear, conceber idéia"), ou seja, dar forma ou moldar na mente, como em educação, instrução ou treinamento.Eu vejo a informação como um resultado, o resultado de processamento, manipulação e organização de determinados dados, de tal forma que represente algo, geralmente um acréscimo ao conhecimento à quem recebe.
Estamos no século 21, em plena revolução de idéias, borbulhamentos sociais, conflitos de toda natureza e espécie, conceitos sendo mudados constantemente, sociedade em evolução e ebulição, paradigmas sendo quebrados. Estamos em plena era da informação.
É indubitável vivemos em uma época, onde as informações, sua posse e seu controle são fundamentais para o pleno desenvolvimento da sociedade. O novo capital é a informação, sua posse é decisiva sob vários aspectos, aqueles que detém a informação está em condição superior a quem não detém, geralmente quem detém informação controla que não tem, através de diversos mecanismos, sendo um deles o processo de alienação constante e coletiva, como dizia Jonh Milton, a maior façanha do diabo, foi fazer com que muitos acreditassem que ele não existia.
Definitivamente, não estamos seguros. Devemos ter ações com intenções preventivas para minimizar o impacto desta afirmação.
PS: se a coisa continuar do jeito que anda teremos que voltar a usar sinais de fumaça :P :D