Experiência de migração para software livre
Este artigo descreve as experiências que venho tendo durante o processo de migração da rede da empresa que trabalho para software livre. As soluções adotadas, vantagens e problemas enfrentados aqui citados podem ser de grande valia para você que também deseja migrar sua rede.
Panorama
A direção da empresa em que trabalho resolveu migrar para o software livre
e no início do ano 2003 formou uma equipe de suporte à migração formada por
5 pessoas da própria empresa, nas quais me incluo, (alguns de nós nunca
haviam visto o Linux e eu ainda acredito que tenho pouca experiência). Entre
nossas atribuições estão:
Possuímos, em rede, cerca de 65 computadores dos tipos mais variados, incluindo laptops e ainda há o problema da qualidade do hardware que na maioria das máquinas é questionável, tipo K6-II 500 com 64 MB RAM, muitas placas SIS e PC-Chips, placas de rede 10/10, coisas onboard, cada hub de uma marca diferente, bem Brasil mesmo.
A empresa está dividida em grupos de trabalho (setores) com características próprias bem definidas e cada qual ocupando uma sala ou área física distinta e possuindo seu hub próprio, tipo: Setor de Pessoal, Setor de Finanças, Almoxarifado, Setor de transportes e etc.
Rodava-se Windows de todo o tipo, bancos de dados em Clipper, MS-Access, Interbase, compactava-se arquivo com WinZip, WinRar, WinARJ (causou problema no momento de acessar back-ups com o ark do KDE), aplicações em Visual Basic, Delphi, Oracle, documentos de texto eram feitos em uma enorme variedade de offices, enfim, em cada máquina e em cada setor uma história diferente.
- Analisar a situação particular de cada um dos setores da empresa;
- Encontrar uma solução open source;
- Implementar a solução;
- Treinar usuários;
- e resolver problemas com o software legado (nosso maior problema).
Possuímos, em rede, cerca de 65 computadores dos tipos mais variados, incluindo laptops e ainda há o problema da qualidade do hardware que na maioria das máquinas é questionável, tipo K6-II 500 com 64 MB RAM, muitas placas SIS e PC-Chips, placas de rede 10/10, coisas onboard, cada hub de uma marca diferente, bem Brasil mesmo.
A empresa está dividida em grupos de trabalho (setores) com características próprias bem definidas e cada qual ocupando uma sala ou área física distinta e possuindo seu hub próprio, tipo: Setor de Pessoal, Setor de Finanças, Almoxarifado, Setor de transportes e etc.
Rodava-se Windows de todo o tipo, bancos de dados em Clipper, MS-Access, Interbase, compactava-se arquivo com WinZip, WinRar, WinARJ (causou problema no momento de acessar back-ups com o ark do KDE), aplicações em Visual Basic, Delphi, Oracle, documentos de texto eram feitos em uma enorme variedade de offices, enfim, em cada máquina e em cada setor uma história diferente.