"Antivírus" e o Linux
Dica publicada em Linux / Segurança
"Antivírus" e o Linux
Antes de mais nada, é preciso desmitificar a falsa idéia que um sistema GNU/Linux é uma fortaleza impenetrável quanto a uma invasão por um hacker mal-intencionado. De fato, um vírus "construído" para a plataforma Windows não tem nenhuma ação no Linux, porém com o aumento cada vez mais exponencial de usuários, já existem alguns "vírus" para Linux na grande rede!
Aja visto que hoje em dia, o simples fato de acessar um site suspeito, você pode clicar em algum item do site e executar algum código malicioso pelo seu navegador. Para evitar isto você deve instalar no Firefox um complemento chamado WOT, que é algo parecido com um antipishing e utiliza cores para autenticar a reputação e autenticidade do site. Além disso você deve configurar o iptables, que é um firewall que está incluído no kernel ou núcleo do sistema GNU/Linux, que vem por padrão nas principais distribuições. Utilize para isso o Firestarter e configure-o conforme orientações no GDH.
Site: http://www.guiadohardware.net/artigos/firestarter/
Tenha também no seu sistema um programa antirootkit: chkrootkit em linha de comando, muito simples de usar e poderosa ferramenta de detecção de uma possível invasão. Sim, o Linux é mais seguro indubitavelmente que o Windows, em função das limitações que um usuário sem privilégio administrativo fica submetido.
No entanto isto não significa que você pode fazer o que quiser, pois basta um ataque de força bruta e uma senha escatologicamente fácil para que um cracker tenha absoluto domínio do seu sistema e se houver senhas de bancos e informações pessoais em abundância, onde com muita segurança digo que, ao invés de gargalhadas, você vai se afogar no mar de lágrimas quando a sua conta corrente ou de uma outra pessoa que usa o mesmo computador ficar limpinha semelhante a uma louça lavada.
Deste modo, por mais estranho que possa parecer para os mais experientes em GNU/Linux, a palavra antivírus para o sistema do pinguim, não se deve repudiar a ideia sem antes analisar com um olhar mais cuidadoso e analítico, pois caso você não saiba, há livros que ensinam com muita propriedade a como invadir sistemas Linux, seja ele doméstico ou corporativo, com um nível de detalhe que qualquer administrador de rede muito autoconfiante com GNU/Linux pode ficar entre o pesadelo e a insônia. Obs.: A palavra antivírus usada aqui nesta dica não é no sentido restrito e usual, como os usuários do Windows entendem e a utilizam. Eu a uso no sentido mais abrangente como rotinas, programas, mentalidade ou comportamento precavido para manter segura nossas informações e privacidades intactas. Por isso que no tema da dica a palavra "antivírus" está entre aspas.
"Ouça o que digo ou não ouça ninguém!"
Lunix.
Aja visto que hoje em dia, o simples fato de acessar um site suspeito, você pode clicar em algum item do site e executar algum código malicioso pelo seu navegador. Para evitar isto você deve instalar no Firefox um complemento chamado WOT, que é algo parecido com um antipishing e utiliza cores para autenticar a reputação e autenticidade do site. Além disso você deve configurar o iptables, que é um firewall que está incluído no kernel ou núcleo do sistema GNU/Linux, que vem por padrão nas principais distribuições. Utilize para isso o Firestarter e configure-o conforme orientações no GDH.

Tenha também no seu sistema um programa antirootkit: chkrootkit em linha de comando, muito simples de usar e poderosa ferramenta de detecção de uma possível invasão. Sim, o Linux é mais seguro indubitavelmente que o Windows, em função das limitações que um usuário sem privilégio administrativo fica submetido.
No entanto isto não significa que você pode fazer o que quiser, pois basta um ataque de força bruta e uma senha escatologicamente fácil para que um cracker tenha absoluto domínio do seu sistema e se houver senhas de bancos e informações pessoais em abundância, onde com muita segurança digo que, ao invés de gargalhadas, você vai se afogar no mar de lágrimas quando a sua conta corrente ou de uma outra pessoa que usa o mesmo computador ficar limpinha semelhante a uma louça lavada.
Deste modo, por mais estranho que possa parecer para os mais experientes em GNU/Linux, a palavra antivírus para o sistema do pinguim, não se deve repudiar a ideia sem antes analisar com um olhar mais cuidadoso e analítico, pois caso você não saiba, há livros que ensinam com muita propriedade a como invadir sistemas Linux, seja ele doméstico ou corporativo, com um nível de detalhe que qualquer administrador de rede muito autoconfiante com GNU/Linux pode ficar entre o pesadelo e a insônia. Obs.: A palavra antivírus usada aqui nesta dica não é no sentido restrito e usual, como os usuários do Windows entendem e a utilizam. Eu a uso no sentido mais abrangente como rotinas, programas, mentalidade ou comportamento precavido para manter segura nossas informações e privacidades intactas. Por isso que no tema da dica a palavra "antivírus" está entre aspas.
"Ouça o que digo ou não ouça ninguém!"
Lunix.
Segurança nunca é demais. Parabéns pelo seu artigo simples e informativo. (: