Criar um pendrive de boot do Linux (Live USB) via terminal
Dica publicada em Linux / Configuração
Criar um pendrive de boot do Linux (Live USB) via terminal
Saudações!
Muitos programas em modo gráfico de criação de lives USB (pendrives de boot) tem apresentado erros, portanto é uma boa iniciativa executar a tarefa via terminal.
Antes vamos aderir a ideia de que você digitou o comando "sudo su (ubuntu)" ou "su (debian)" e se tornou root no terminal aberto neste exato momento, assim economizamos comandos!
1º passo: identificar o dispositivo.
# fdisk -l
Seu pendrive deve aparecer na lista, de acordo com sua capacidade, exemplo: 8gb deve ter uns 7.5GB como no meu caso.
Feito isso, ele deve ser algo do tipo:
2º passo: formatar o dispositivo.
# mkfs.vfat /dev/sdx -I
O x representa a letra de teu dispositivo!
3º passo: certifique-se do caminho da imagem .iso que você irá gravar. Se você está logado no terminal na sua pasta de usuário, dê o comando "ls". Ele irá mostrar se sua .iso já está nesta pasta, se já estiver, prossiga para o próximo passo.
Caso não esteja, para facilitar, copie a imagem para esta pasta ou dê o comando abaixo para saber onde você está navegando no terminal, e cole a imagem nesta pasta.
# pwd
4º passo: gravar a imagem via comando.
Vamos usar dois comandos, o dd e o pv.
No 1º passo tu já identificou o dispositivo usb, no 2º tu o formatou, agora tu vais gravar a imagem para o mesmo destino, que deve ser o caminho abaixo:
/dev/sdx
Mais uma vez, lembrando que o x representa tua unidade a ser gravada.
Comando dd de maneira simples e direta!
# dd if=sua_imagem.iso of=/dev/sdx
Comando pv de forma simples e direta (este comando mostra a barra de progresso):
# pv -EE sua_imagem.iso > /dev/sdx
Recomendações:
Testado com muitas imagens de distribuições Linux.
Muitos programas em modo gráfico de criação de lives USB (pendrives de boot) tem apresentado erros, portanto é uma boa iniciativa executar a tarefa via terminal.
Antes vamos aderir a ideia de que você digitou o comando "sudo su (ubuntu)" ou "su (debian)" e se tornou root no terminal aberto neste exato momento, assim economizamos comandos!
1º passo: identificar o dispositivo.
# fdisk -l
Seu pendrive deve aparecer na lista, de acordo com sua capacidade, exemplo: 8gb deve ter uns 7.5GB como no meu caso.
Feito isso, ele deve ser algo do tipo:
- /dev/sdb; ou
- /dev/sdc (no caso de você usar um hd externo ou mais de um pendrive)
2º passo: formatar o dispositivo.
# mkfs.vfat /dev/sdx -I
O x representa a letra de teu dispositivo!
3º passo: certifique-se do caminho da imagem .iso que você irá gravar. Se você está logado no terminal na sua pasta de usuário, dê o comando "ls". Ele irá mostrar se sua .iso já está nesta pasta, se já estiver, prossiga para o próximo passo.
Caso não esteja, para facilitar, copie a imagem para esta pasta ou dê o comando abaixo para saber onde você está navegando no terminal, e cole a imagem nesta pasta.
# pwd
4º passo: gravar a imagem via comando.
Vamos usar dois comandos, o dd e o pv.
No 1º passo tu já identificou o dispositivo usb, no 2º tu o formatou, agora tu vais gravar a imagem para o mesmo destino, que deve ser o caminho abaixo:
/dev/sdx
Mais uma vez, lembrando que o x representa tua unidade a ser gravada.
Comando dd de maneira simples e direta!
# dd if=sua_imagem.iso of=/dev/sdx
Comando pv de forma simples e direta (este comando mostra a barra de progresso):
# pv -EE sua_imagem.iso > /dev/sdx
Recomendações:
- evite espaços nos nomes das imagens iso, tipo "ubuntu mate 64 bits.iso", dê preferência a "ubuntu_mate_64_bits.iso".
- identifique com atenção seu dispositivo usb, pois se estiver usando um hd externo e formatar a unidade errada, pode perder seus arquivos!
- verifique no virtualbox por exemplo, se tua imagem está "dando boot", pois após baixada, ela pode estar corrompida e você nem saber disso.
- verifique também o MD5SUM do site onde baixou a imagem, assim ajuda conferir a integridade da mesma.
- caso queira saber mais sobre os comandos, procure, pesquise, leia o manual dos mesmos no terminal, ex.: man pv ou man dd.
Testado com muitas imagens de distribuições Linux.
Como irá sobrescrever o conteúdo do disco com o dd ou pv, não necessita "formatar", criar previamente um sistema da arquivos na unidade. Desta forma o passo não não é necessário.
* Aí uma vantagem de softwares como rufus, Yumi e similares, onde nestes é criado um novo sistema de arquivos e instalado na unidade um gerenciador de boot qualquer, e então os dados da imagem são copiados, criadas entradas no gerenciador de boot, porém como o sistema de arquivos é outro, pode ser maior que o da imagem e mesmo conter vários sistemas.
Ao copiar com dd/pv, tera no disco exatamente o mesmo sistema de arquivos da imagem.
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KISS principle, RTFM and STFW = 42