Enviado em 06/01/2012 - 10:14h
No momento, ainda estamos "atirando de chumbinho"...
"Atuais usuários do Windows" compreende nada menos que toda a faixa de utilizadores de computadores de mesa, sejam domésticos ou não, seja para finalidades profissionais ou apenas lazer.
Ainda neste momento não é possível definir "para que" as pessoas querem um computador.
Algumas têm apenas pelo prazer de ter, enquanto outras gostariam de ter e ainda lhe$ falta alguma coi$a...
Mas aí tem um detalhe a nosso favor: Nós podemos fazer com que nosso "mercado" seja autodefinido, a partir de nossas próprias sugestões.
Isso fica um pouco mais para adiante, pois no momento ainda temos de definir o que nós queremos de fato.
Os "tempos de democracia" não deverão se estender muito.
Depois de definido o núcleo do projeto, a participação de terceiros deverá ficar um tanto inibida, se não a coisa simplesmente não irá andar.
Ou não irá andar simplesmente.
Os amigos acham que é viável fazer uma única distro que pudesse analisar o hardware do usuário para que pudesse definir e instalar o kernel correto (2.2 , 2.4 , 2.6 , 3.0 ...) mais as bibliotecas e o conjunto de aplicativos mais adequado para cada caso?
De que tamanho ficaria, e qual o tipo de mídia a ser usado para a distribuição?
Particularmente acho que deveriam ser atingidos em especial os seguintes públicos, cujas necessidades nem sempre coincidem:
- Pessoas da terceira idade, que geralmente têm aversão à tecnologia e às novidades, e que se embaraçam até mesmo com celulares, fornos de microondas e controles remotos.
- Profissionais SOHO, que precisam desenvover gráficos e multimídia;
- Contadores, advogados, arquitetos e outros profissionais liberais que precisam de uma conexão com a internet e principalmente com órgãos do governo (Receita, INSS, CEF, etc.) onde terão de ter plugins constante e facilmente atualizados.
Observação 1: Não podemos esperar que o próprio usuário instale o sistema, pois nem sempre isso acontecerá.
Até mesmo no Windows ou vem instalado "de fábrica" ou se chama um "zezinho" qualquer para instalar tudo aquilo a que o Cap. Gancho tem direito.
Então teremos que montar uma rede de voluntários em todos os lugares do Brasil e que possam fazer graciosamente essa instalação e o necessário evangelismo pro-Linux.
(Claro que se os voluntários encontrarem uma maneira de serem remunerados, será bem melhor).
Observação 2: Apesar de ter gostado do nome, seria importantíssimo evitarmos um nome que tenha caracteres acentuados.
Já pensaram esse nome na Distrowatch, sendo lido por estrangeiros que não tenham em suas máquinas o nosso repertório de caracteres?
Por outro lado, "revolucao" não ficaria muito bem.
Observação 3: Não desanimem, pois embora ainda falte muito chão pela frente, estamos chegando um pouquinho mais perto.
"Atuais usuários do Windows" compreende nada menos que toda a faixa de utilizadores de computadores de mesa, sejam domésticos ou não, seja para finalidades profissionais ou apenas lazer.
Ainda neste momento não é possível definir "para que" as pessoas querem um computador.
Algumas têm apenas pelo prazer de ter, enquanto outras gostariam de ter e ainda lhe$ falta alguma coi$a...
Mas aí tem um detalhe a nosso favor: Nós podemos fazer com que nosso "mercado" seja autodefinido, a partir de nossas próprias sugestões.
Isso fica um pouco mais para adiante, pois no momento ainda temos de definir o que nós queremos de fato.
Os "tempos de democracia" não deverão se estender muito.
Depois de definido o núcleo do projeto, a participação de terceiros deverá ficar um tanto inibida, se não a coisa simplesmente não irá andar.
Ou não irá andar simplesmente.
Os amigos acham que é viável fazer uma única distro que pudesse analisar o hardware do usuário para que pudesse definir e instalar o kernel correto (2.2 , 2.4 , 2.6 , 3.0 ...) mais as bibliotecas e o conjunto de aplicativos mais adequado para cada caso?
De que tamanho ficaria, e qual o tipo de mídia a ser usado para a distribuição?
Particularmente acho que deveriam ser atingidos em especial os seguintes públicos, cujas necessidades nem sempre coincidem:
- Pessoas da terceira idade, que geralmente têm aversão à tecnologia e às novidades, e que se embaraçam até mesmo com celulares, fornos de microondas e controles remotos.
- Profissionais SOHO, que precisam desenvover gráficos e multimídia;
- Contadores, advogados, arquitetos e outros profissionais liberais que precisam de uma conexão com a internet e principalmente com órgãos do governo (Receita, INSS, CEF, etc.) onde terão de ter plugins constante e facilmente atualizados.
Observação 1: Não podemos esperar que o próprio usuário instale o sistema, pois nem sempre isso acontecerá.
Até mesmo no Windows ou vem instalado "de fábrica" ou se chama um "zezinho" qualquer para instalar tudo aquilo a que o Cap. Gancho tem direito.
Então teremos que montar uma rede de voluntários em todos os lugares do Brasil e que possam fazer graciosamente essa instalação e o necessário evangelismo pro-Linux.
(Claro que se os voluntários encontrarem uma maneira de serem remunerados, será bem melhor).
Observação 2: Apesar de ter gostado do nome, seria importantíssimo evitarmos um nome que tenha caracteres acentuados.
Já pensaram esse nome na Distrowatch, sendo lido por estrangeiros que não tenham em suas máquinas o nosso repertório de caracteres?
Por outro lado, "revolucao" não ficaria muito bem.
Observação 3: Não desanimem, pois embora ainda falte muito chão pela frente, estamos chegando um pouquinho mais perto.