Campos no LibreOffice: usos e abusos
Uma introdução ao uso de campos no LibreOffice com algumas aplicações como mala direta, referências, datas e variáveis.
Introdução
Quando comecei a usar o OpenOffice foi por pura curiosidade. Era aquela época de ouro em que o Firefox estava na versão 0.7 e o Baixaki era a Meca dos usuários de Windows.
Nunca precisei muito no OO, até que comecei a usar o Linux intensivamente e precisei migrar meus arquivos para ".odt".
Neste mesmo período estava trabalhando em uma empresa e eu, além de ser o único usuário de Linux, tinha que converter meus arquivos constantemente para ".doc" e lidar com todos os problemas de formatação que são típicos do MS Word.
Curiosamente, o Writer me ensinou mais sobre o Word do que todos os cursos e apostilas que vi na vida. Assim que aprendi sobre os estilos de formatação e seus poderes, descobri que eles estavam disponíveis no aplicativo de Redmond, mesmo que de uma forma muito primitiva.
Hoje sou um adepto intensivo dos estilos e muito do que aprendi, compartilhei neste artigo:
Hoje estou aqui para discorrer sobre outro recurso do LibreOffice (os tempos e os nomes mudaram de lá para cá, não?).
Ainda lá na empresa, me deparei com a situação de ter que produzir uma grande quantidade de arquivos padronizados. Na época, estava totalmente alheio ao conceito de mala direta, e admito que foi o Word quem me deu uma luz sobre o assunto.
Evidentemente pensei: Se o Word faz, o Writer faz melhor.
Neste artigo vou além da mala direta. Meu foco aqui é apresentar algumas aplicações e fundamentos dos campos no LibreOffice.
Nunca precisei muito no OO, até que comecei a usar o Linux intensivamente e precisei migrar meus arquivos para ".odt".
Neste mesmo período estava trabalhando em uma empresa e eu, além de ser o único usuário de Linux, tinha que converter meus arquivos constantemente para ".doc" e lidar com todos os problemas de formatação que são típicos do MS Word.
Curiosamente, o Writer me ensinou mais sobre o Word do que todos os cursos e apostilas que vi na vida. Assim que aprendi sobre os estilos de formatação e seus poderes, descobri que eles estavam disponíveis no aplicativo de Redmond, mesmo que de uma forma muito primitiva.
Hoje sou um adepto intensivo dos estilos e muito do que aprendi, compartilhei neste artigo:
Hoje estou aqui para discorrer sobre outro recurso do LibreOffice (os tempos e os nomes mudaram de lá para cá, não?).
Ainda lá na empresa, me deparei com a situação de ter que produzir uma grande quantidade de arquivos padronizados. Na época, estava totalmente alheio ao conceito de mala direta, e admito que foi o Word quem me deu uma luz sobre o assunto.
Evidentemente pensei: Se o Word faz, o Writer faz melhor.
Neste artigo vou além da mala direta. Meu foco aqui é apresentar algumas aplicações e fundamentos dos campos no LibreOffice.