Programação (II) - Modularização
Continuando a série sobre programação, vamos falar sobre modularização. Como dividir adequadamente um sistema? Qual a unidade ideal? Como quebrar funções? Como saber se um módulo está realmente bom? Esse artigo vai tentar responder algumas dessas questões e dar argumentos para pensarmos em muitas outras.
Parte 2: PE ou POO?
Antes de iniciarmos, porém, vamos fazer uma pequena pausa e considerar a necessidade de uma classificação.
Durante todo o decorrer deste artigo, estaremos considerando apenas técnicas de PE (Programação Estruturada). Não vou tratar aqui de critérios sobre modularização em POO por uma razão muito simples: teremos um artigo específico sobre POO, no qual essas técnicas serão especificamente comentadas.
A PE foi desenvolvida em meados dos anos 60 e durante muito tempo constituiu o melhor esforço na direção de uma atividade racional de desenvolvimento de software.
Durante todo o artigo vou pressupor que o leitor já tem algum conhecimento sobre PE, mas para quem desejar algumas referências sobre o assunto, aí vão elas:
Durante todo o decorrer deste artigo, estaremos considerando apenas técnicas de PE (Programação Estruturada). Não vou tratar aqui de critérios sobre modularização em POO por uma razão muito simples: teremos um artigo específico sobre POO, no qual essas técnicas serão especificamente comentadas.
A PE foi desenvolvida em meados dos anos 60 e durante muito tempo constituiu o melhor esforço na direção de uma atividade racional de desenvolvimento de software.
Durante todo o artigo vou pressupor que o leitor já tem algum conhecimento sobre PE, mas para quem desejar algumas referências sobre o assunto, aí vão elas:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa%C3%A7%C3%A3o_estruturada
- http://www.dca.fee.unicamp.br/cursos/EA876/apostila/HTML/node7.html
- http://www.dimap.ufrn.br/~jorge/.../aula1/progestr.htm
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Edsger_Dijkstra