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Programação (II) - Modularização

Continuando a série sobre programação, vamos falar sobre modularização. Como dividir adequadamente um sistema? Qual a unidade ideal? Como quebrar funções? Como saber se um módulo está realmente bom? Esse artigo vai tentar responder algumas dessas questões e dar argumentos para pensarmos em muitas outras.
Edvaldo Silva de Almeida Júnior EdDeAlmeida
Hits: 47.421 Categoria: Linux Subcategoria: Software
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Parte 2: PE ou POO?

Antes de iniciarmos, porém, vamos fazer uma pequena pausa e considerar a necessidade de uma classificação.

Durante todo o decorrer deste artigo, estaremos considerando apenas técnicas de PE (Programação Estruturada). Não vou tratar aqui de critérios sobre modularização em POO por uma razão muito simples: teremos um artigo específico sobre POO, no qual essas técnicas serão especificamente comentadas.

A PE foi desenvolvida em meados dos anos 60 e durante muito tempo constituiu o melhor esforço na direção de uma atividade racional de desenvolvimento de software.

Durante todo o artigo vou pressupor que o leitor já tem algum conhecimento sobre PE, mas para quem desejar algumas referências sobre o assunto, aí vão elas:
Essa última referência é sobre Dijkstra, um dos "pais da matéria", além de ser um sujeito de excelente humor, com algumas frases impagáveis, entre as quais uma que diz que é impossível ensinar boa programação para quem começa aprendendo BASIC, pois o aprendizado dessa linguagem causava deformações mentais incuráveis... rsrsrs

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   1. Introdução
   2. PE ou POO?
   3. Unidades básicas
   4. O princípio da caixa-preta
   5. Critério nº 01: Reusabilidade / FAN-IN
   6. Critério nº 02: Baixa complexidade / FAN-OUT
   7. Critério nº 03: Acoplamento
   8. Critério nº 04: Coesão
   9. Conclusão

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#1 Comentário enviado por bjaraujo em 05/05/2008 - 14:04h
parabéns, cara; acho que ainda tenho sequelas pela exposição ao BASIC. ahuahuaha
#2 Comentário enviado por stremer em 05/05/2008 - 19:03h
excelente. O dificil é mesmo conhecendo tudo isto conseguir implementar nos prazos malucos que os gerentes de TI e pessoal do marketing impõe (rs)
#3 Comentário enviado por rafastv em 05/05/2008 - 19:17h
De leitura agradável e rápida, parabéns!
#4 Comentário enviado por kabalido em 05/05/2008 - 21:53h
Parabéns cara! Continue assim, os seus artigos são muito bons.
Valeu!!
#5 Comentário enviado por EdDeAlmeida em 06/05/2008 - 08:51h
stremer,

Tem de fazer ouvido de mercador para os caras que ficam pressionando para acelerar o trabalho. Se você foge dos esquemas bem definidos, acaba perdendo mais tempo no final.

Abraço e oobrigado a todos!
#6 Comentário enviado por douglascrp em 06/05/2008 - 09:04h
excelente artigo... assim como o primeiro artigo, depois que se começa a ler, é impossível parar até terminar...

parabéns
#7 Comentário enviado por leowalker em 06/05/2008 - 15:18h
muito bom, estou esperando o proximo para dar continuidade...

Abraço e parabens.
#8 Comentário enviado por vodooo em 07/05/2008 - 09:57h
Cara, parabéns, realmente de leitura muito agradável!

Abraços
#9 Comentário enviado por EdDeAlmeida em 07/05/2008 - 19:12h
O próximo artigo já está no forno... deve estar pronto para ser postado no início da semana que vem. Aí é só esperar a fila andar. Mais uma vez obrigado pelos comentários e pelo apoio de todos.
#10 Comentário enviado por rl27 em 09/05/2008 - 11:14h
Parabéns pela série de artigos. Muito boa mesmo!

Estou ansioso pela continuação. Com certeza ainda darei minhas contribuições à comunidade.

Valeu!
#11 Comentário enviado por joaomc em 09/05/2008 - 13:53h
O princípio da caixa preta é bonito na teoria, mas na prática a coisa não é bem assim. Muitas vezes você *precisa* saber o que há por trás daquele método que está chamando, para, por exemplo, saber os efeitos colaterais, se o método é thread-safe, etc.

Mas estou só sendo chato, o artigo ficou bom, parabéns :)
#12 Comentário enviado por EdDeAlmeida em 09/05/2008 - 19:43h
joaomc,

Concordo em parte. Mas saber se um método é thread-safe não viola necessariamente o princípio da caixa-preta. O que viola é escrever código que dependa do algoritmo usado por essa ou aquela função. Isso é uma violação grave, que cria dependência. A questão de ser ou não thread-safe é mais relacionada com o conhecimento dos requisitos do módulo. Vamos discutir isso quando formos falar em análise de requisitos.


rl27,

Obrigado pelo comentário. E tenho certeza que em breve estarei também lendo seus artigos aqui. Basta estudar e estar com a mente aberta para aprender.


Ed
#13 Comentário enviado por marcio_paim em 14/02/2012 - 22:14h
Excelente série de artigos.

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