5 fatores (subjetivos) que tornam o software proprietário insustentável para as micro, pequenas e médio empresas
Talvez este artigo pareça uma crônica. Não é um texto técnico nem se aprofunda em investigações, mas baseado em experiências do cotidiano, em algum ponto, comparando com as próprias experiências do leitor, podemos concluir que a insustentabilidade do software proprietário vem aumentando, e quem vai sofrer mais não são as grandes empresas.
Introdução
Já faz algum tempo que eu esboçava a redação deste artigo, falo isso porque eu sempre costumo escrever em forma de redação mesmo, mas como o discorrer das minhas considerações geralmente tende a ficar muito extenso, eu resolvi adotar um estilo literário diferente desta vez.
Eu também planejava ser mais expositivo, mas isso também contribuiria para alongar demais o texto, por isso vou me limitar a uma disposição tópica geral, de forma empírica e, no caso, subjetiva, destes que eu considero os 5 fatores principais que têm tornado o modelo de gestão em tecnologia da informação baseada no software proprietário insustentável no contexto das micro, pequenas e médio empresas (e até grandes empresas, mas este não é meu foco).
Antes eu gostaria de esclarecer também por que especifiquei este grupo como alvo das minhas argumentações, e o motivo é simples: as grandes corporações, e isso também significa inclusive, dentre elas, as mais prósperas, são hoje as que mais têm adotado o software livre como solução, por considerar este modelo a alternativa mais viável (algo que vai além da relação custo-benefício e já é encarada como potencial de lucratividade). Neste grupo eu poderia associar também as instituições público-governamentais, mas como, em tese, elas não têm fins lucrativos, vou focar apenas as empresas, uma vez que a "moral da história" deste artigo figura sob um prisma financeiro, capitalista.
Eu sei que é estranho associar software livre a capitalismo, mas esta é justamente a questão, e o leitor vai entender porque ao ler este artigo e considerar as argumentações, não vou falar em montantes nem fazer análise de caso, proponho que o leitor faça uma analogia em cima das minhas ilustrações e tire suas próprias conclusões, e isso provavelmente resultará numa ótica da coisa que talvez nunca você tenha imaginado.
Um outro ponto que eu quero deixar claro antes que a credibilidade deste artigo seja questionada é que, como já deixei expresso, inclusive no título do mesmo, e repito, esta é uma visão subjetiva, e, apesar de tê-los ao meu alcance, eu não procurei argumentos quantitativos para expor as considerações que se seguem, e isso é intencional, assim você poderá ser levado a confrontar os conceitos aqui dispostos com as constatações práticas, com as quais certamente você deve se deparar todos os dias.
Por isso este texto não se trata de um estudo apurado ou investigação, é realmente muito mais o compartilhar das conclusões às quais eu mesmo cheguei a respeito, baseado na experiência dos breves anos em que aprendi na prática o "caminho das pedras" (pedras estas que na maioria das vezes são bem ásperas, um escorregão, e quem "paga o pato" é o seu joelho).
Uma coisa que podemos notar é que estes fatores são bilaterais, ou seja, o problema não está somente em quem fornece ou somente em quem consome (os termos usados são para apontar pro ambiente comercial mesmo), existe uma alternância entre as fontes, e por vezes as duas atuam juntas. Vejamos.
Eu também planejava ser mais expositivo, mas isso também contribuiria para alongar demais o texto, por isso vou me limitar a uma disposição tópica geral, de forma empírica e, no caso, subjetiva, destes que eu considero os 5 fatores principais que têm tornado o modelo de gestão em tecnologia da informação baseada no software proprietário insustentável no contexto das micro, pequenas e médio empresas (e até grandes empresas, mas este não é meu foco).
Antes eu gostaria de esclarecer também por que especifiquei este grupo como alvo das minhas argumentações, e o motivo é simples: as grandes corporações, e isso também significa inclusive, dentre elas, as mais prósperas, são hoje as que mais têm adotado o software livre como solução, por considerar este modelo a alternativa mais viável (algo que vai além da relação custo-benefício e já é encarada como potencial de lucratividade). Neste grupo eu poderia associar também as instituições público-governamentais, mas como, em tese, elas não têm fins lucrativos, vou focar apenas as empresas, uma vez que a "moral da história" deste artigo figura sob um prisma financeiro, capitalista.
Eu sei que é estranho associar software livre a capitalismo, mas esta é justamente a questão, e o leitor vai entender porque ao ler este artigo e considerar as argumentações, não vou falar em montantes nem fazer análise de caso, proponho que o leitor faça uma analogia em cima das minhas ilustrações e tire suas próprias conclusões, e isso provavelmente resultará numa ótica da coisa que talvez nunca você tenha imaginado.
Um outro ponto que eu quero deixar claro antes que a credibilidade deste artigo seja questionada é que, como já deixei expresso, inclusive no título do mesmo, e repito, esta é uma visão subjetiva, e, apesar de tê-los ao meu alcance, eu não procurei argumentos quantitativos para expor as considerações que se seguem, e isso é intencional, assim você poderá ser levado a confrontar os conceitos aqui dispostos com as constatações práticas, com as quais certamente você deve se deparar todos os dias.
Por isso este texto não se trata de um estudo apurado ou investigação, é realmente muito mais o compartilhar das conclusões às quais eu mesmo cheguei a respeito, baseado na experiência dos breves anos em que aprendi na prática o "caminho das pedras" (pedras estas que na maioria das vezes são bem ásperas, um escorregão, e quem "paga o pato" é o seu joelho).
Uma coisa que podemos notar é que estes fatores são bilaterais, ou seja, o problema não está somente em quem fornece ou somente em quem consome (os termos usados são para apontar pro ambiente comercial mesmo), existe uma alternância entre as fontes, e por vezes as duas atuam juntas. Vejamos.
Isso ficou um tanto quanto contraditorio...
Seu artigo defende o software livre em detrimento do proprietario. No atual cenario o software livre seria o "pequeno" e o proprietario seria o "grande".
O que você frisou em diversos pontos do artigo foi o que voce disse no seu artigo anterior, a culpa é sempre dos usuários imbecis que não se interessam em aprender a utilizar o computador corretamente, mas lembre-se, isso não vai mudar...
Sabe qual é a fórmula do sucesso? Pergunta ao Bio Gades... ele vende (caro) um sistema muito pior(isso foi vc que disse) e obtem muito sucesso...
Acho que temos que rever muitos conceitos e não seguirmos apenas paixões..
Eu torço para o meu time e não para um sistema...