Linux, a pirataria de software e a desvalorização do desenvolvedor (parte 1)
Neste artigo procuro demonstrar como a pirataria produz uma desvalorização gradativa do trabalho na área de informática, mais especificamente na área de desenvolvimento de software. Apresento também o Linux e os programas desenvolvidos sob o paradigma do software livre como alternativas para a revalorização do desenvolvedor e de seu trabalho.
Introdução - Pirataria: o lado bom...
A pirataria atualmente apresenta-se como um tema bastante controverso. Muitas discussões levantadas sobre o assunto permanecem abertas, sem que haja uma definição clara da sociedade em relação ao uso ou cópia não autorizada de tecnologias em geral. Ela atinge os mais variados ramos de atividade humana, sem distinção, mas queremos ater-nos à sua influência sobre nossa área de atuação: a informática.
Em primeiro lugar, a pirataria sempre parece ter um 'lado bom'. Ela tende a facilitar o acesso às tecnologias cujo valor representa um grande empecilho para uma maioria de pessoas. Em matéria de informática, temos como grande alvo de pirataria desde sistemas operacionais, como MS Windows (em todas as suas versões), até utilitários como o MS Office ou Photoshop e peças de hardware como placas-mãe, memórias, etc.
Observemos que o acesso a essas tecnologia não seria realmente possível a muitos usuários caso não fossem ''pirateados'. O problema é que, apesar de tão 'benéfica', a pirataria acaba por banalizar aspectos como valor comercial do produto, qualidade do programa/equipamento, etc. Isso não é bom.
Por outro lado, para desenvolvedores de software especificamente, ela também facilita o acesso a programas cujo licenciamento se tornaria impraticável sem a participação de uma empresa. Licenças de programas como Borland Delphi, chegam a custar em torno de R$ 3.000. Então, nesses casos, usá-lo um programa como esse sem licença comercial parece ser um bom negócio, não é verdade?
Mas não é. Os benefícios usufruídos podem se tornar em transtornos inimagináveis, tanto para um usuário doméstico, quanto para um desenvolvedor mal-informado.
Em primeiro lugar, a pirataria sempre parece ter um 'lado bom'. Ela tende a facilitar o acesso às tecnologias cujo valor representa um grande empecilho para uma maioria de pessoas. Em matéria de informática, temos como grande alvo de pirataria desde sistemas operacionais, como MS Windows (em todas as suas versões), até utilitários como o MS Office ou Photoshop e peças de hardware como placas-mãe, memórias, etc.
Observemos que o acesso a essas tecnologia não seria realmente possível a muitos usuários caso não fossem ''pirateados'. O problema é que, apesar de tão 'benéfica', a pirataria acaba por banalizar aspectos como valor comercial do produto, qualidade do programa/equipamento, etc. Isso não é bom.
Por outro lado, para desenvolvedores de software especificamente, ela também facilita o acesso a programas cujo licenciamento se tornaria impraticável sem a participação de uma empresa. Licenças de programas como Borland Delphi, chegam a custar em torno de R$ 3.000. Então, nesses casos, usá-lo um programa como esse sem licença comercial parece ser um bom negócio, não é verdade?
Mas não é. Os benefícios usufruídos podem se tornar em transtornos inimagináveis, tanto para um usuário doméstico, quanto para um desenvolvedor mal-informado.
Eu vejo todo esse bafafá como uma grande hipocrisia, se não fosse a pirataria eu não teria acesso à nada...
comecei com windows como a esmagadora maioria, agora diga, eram originais todos os Windows?
Esse negócio de "políticamente correto" não cola, deixem de ser demagogos e mentirosos, parecem ser anjinhos perfeitos que repudiam a pirataria... para com isso...
Ninguém vai piratear um software de 200 reais para gerenciamento da locadora do tio zé, e as grandes que têm seus softwares pirateados GANHAM com a disseminação do seu produto, e todo mundo sabe disso...
a própria M$ disponibiliza até seus "renovados e empolgantes" updates para os piratas...
ah vamos lá gente, não precisamos de máscara, vamos parar com esse mundinho de contos de fadas onde todos são santos porque o mundão não é assim!