Sobre a aceitação do Software Livre no mercado
Quais as condições necessárias para que a aceitação do Software Livre melhore? Essa é a principal questão por trás deste artigo, que não visa propor soluções, mas sim propor questionamentos que nos levem a uma redefinição de procedimentos.
Atendendo requisitos e mudando estratégias
O conceito mais completo de qualidade é, no meu entender, bem simples: Qualidade é o completo atendimento dos requisitos do usuário.
Assim, não adianta ficarmos discutindo se Software Livre é melhor ou não que Software Proprietário. Temos, sim, é de convencer os usuários da melhor qualidade dos nossos produtos, ou seja, da maior capacidade que eles têm de atender melhor aos requisitos deles.
Para que aumentemos a aceitação do Software Livre no mercado, talvez tenhamos de rever muitos dos nossos conceitos, elaborando uma estratégia que possa fazer o Software Livre conquistar um espaço cada vez maior.
A decisão estratégica de adotar este ou aquele software para uma empresa deve ser baseada em critérios muito mais elaborados. Para que um software tenha boa aceitação ele deve ter, pelo menos:
1) Continuidade: Será que o software que estamos adotando será mantido por muito tempo? Será ele atualizado periodicamente? Caso esse produto seja descontinuado, será que um outro produto compatível vai ser colocado no mercado?
2) Metas e prazos: Quanto tempo levará para que as novas features identificadas como necessárias sejam introduzidas? Será que os bugs detectados serão corrigidos em pouco tempo?
3) Suporte: Haverá um suporte permanente para esse software? Esse suporte será de fácil acesso? Será um suporte qualificado?
4) Facilidade de uso: O produto que estamos adquirindo tem fácil utilização? Ele vem acompanhado com manuais que orientem os usuários de forma adequada? Estes manuais estão disponíveis em diversos idiomas, de modo que nossa(s) equipe(s) possa(m) lê-los?
5) Possibilidade de alteração: Se o o código é aberto, será que ele está bem documentado de modo que possamos fazer alterações?
6) Custos: Somados os custos de implantação, treinamento e manutenção, qual a melhor relação custo/benefício entre as diversas opções disponíveis no mercado?
Estas são apenas algumas das questões que orientam a escolha de um determinado software.
Se queremos ter realmente produtos de grande aceitação, devemos estar atentos para estes (e muitos outros) fatores.
Assim, não adianta ficarmos discutindo se Software Livre é melhor ou não que Software Proprietário. Temos, sim, é de convencer os usuários da melhor qualidade dos nossos produtos, ou seja, da maior capacidade que eles têm de atender melhor aos requisitos deles.
Para que aumentemos a aceitação do Software Livre no mercado, talvez tenhamos de rever muitos dos nossos conceitos, elaborando uma estratégia que possa fazer o Software Livre conquistar um espaço cada vez maior.
O que os usuários desejam?
É óbvio para qualquer pessoa que os usuários desejam o correto funcionamento dos programas. Mas há muito mais do que apenas isso.A decisão estratégica de adotar este ou aquele software para uma empresa deve ser baseada em critérios muito mais elaborados. Para que um software tenha boa aceitação ele deve ter, pelo menos:
1) Continuidade: Será que o software que estamos adotando será mantido por muito tempo? Será ele atualizado periodicamente? Caso esse produto seja descontinuado, será que um outro produto compatível vai ser colocado no mercado?
2) Metas e prazos: Quanto tempo levará para que as novas features identificadas como necessárias sejam introduzidas? Será que os bugs detectados serão corrigidos em pouco tempo?
3) Suporte: Haverá um suporte permanente para esse software? Esse suporte será de fácil acesso? Será um suporte qualificado?
4) Facilidade de uso: O produto que estamos adquirindo tem fácil utilização? Ele vem acompanhado com manuais que orientem os usuários de forma adequada? Estes manuais estão disponíveis em diversos idiomas, de modo que nossa(s) equipe(s) possa(m) lê-los?
5) Possibilidade de alteração: Se o o código é aberto, será que ele está bem documentado de modo que possamos fazer alterações?
6) Custos: Somados os custos de implantação, treinamento e manutenção, qual a melhor relação custo/benefício entre as diversas opções disponíveis no mercado?
Estas são apenas algumas das questões que orientam a escolha de um determinado software.
Se queremos ter realmente produtos de grande aceitação, devemos estar atentos para estes (e muitos outros) fatores.
O fato de ser aberto torna-o popular, quesito sine que non para o lucro, a menos que você tenha um software de CAD 3D para projeto direto com banco de dados, ou also similar.
O aberto, significa socializar os custos, e doar algo em troca mantendo o plus que dá o lucro líquido em suas mãos. Esses são os Linux empresariais.
No outro extremo estão os puristas que vivem de doações e venda de propaganda e outros serviços, além das contribuições , como o debian.
Em grande parte o software aberto tem chance de sobreviver se o custo de desenvolvimento, manutenção e popularidade superarem as receitas.
Manter fechado é muito lucrativo e muito caro. Mante aberto é muito barato, mas a sua receita precisa vir de algum lugar.
Enquanto houver esse suporte doador de trabalho e dinheiro, ou seja enquanto os usuários entenderem que precisam retribuir ele sobrevive.